ARSENAL BLOG


RECORDAR É PREVER

Embora já não fosse tão poderoso como aquele que havia vencido o campeonato inglês sem sofrer derrota alguma, havia certo brilho naquele time que passara por gigantes como Juventus e Real Madrid, e numa disputa acirrada alijara o modesto Villareal da disputa pelo título da UEFA Champions League.


Sofri demais por aquela derrota para o Barcelona, pois o Arsenal poderia ter vencido a partida mesmo com um jogador a menos e uma postura acuada, visando o contragolpe com Thierry Henry. Um título da UCL seria a mais gloriosa coroa para o excelente trabalho de Arsene Wenger a frente do time – uma pena.

Na transição de temporadas, durante a janela de transferências, passei a questionar as movimentações que ocorreram. Deixaram o time jogadores importantíssimos como Sol Campbell, Ashley Cole, Robert Pires, José Antonio Reyes e Dennis Bergkamp. Esse último se aposentara depois de uma gloriosa carreira a serviços dos Gunners, já os demais partiram para novos clubes.

O central Sol Campbell, a peça principal da sólida defesa, foi para o Portsmouth onde provou que ainda possuía muita lenha para queimar, ou seja, muito a contribuir com sua experiência, liderança e capacidade técnica.

O lateral Ashley Cole, titular da seleção inglesa e válvula de escape do setor esquerdo, foi seduzido pelas libras oferecidas pelo magnata russo Roman Abramovich e se transferiu para o então novo grande inglês, o Chelsea.

O meio-campista Robert Pires, com uma longa ficha de serviços prestados em Highbury Park, não teve a mesma sorte que Bergkamp de se aposentar em Londres, se transferindo para o Villareal, onde não chegou a brilhar.

O meia-atacante José Antonio Reyes, que declarou não se adaptar ao clima frio e úmido de Londres, cedeu ao assédio e forçou sua saída para o Real Madrid, onde iniciou uma espiral descendente em sua carreira vertiginosamente ascendente até então (e tinha tudo para brilhar muito no Arsenal).

Esperava que para baixas dessa importância Arsene Wenger trouxesse os reforços adequados. Mas, para minha surpresa chegaram William Gallas, Júlio Baptista e Emmanuel Adebayor, embora bons jogadores, todos reservas em seus clubes.

Entendi que o elenco estaria mais fraco a partir de então, algo que se confirmou na temporada em que o time não empolgou.

Novo fim de temporada e novas baixas, dessa vez, irreparáveis: Fredrick Ljungberg e Thierry Henry.

O francês, eterno apaixonado pelo clube e maior ídolo de todos os tempos, cedeu finalmente ao assédio do Barcelona. Já o sueco deixou o Emirates Stadium resmungando sobre a política de contratações de Arsene Wenger, que enfraqueceu demais o elenco nos dois últimos anos (algo que o próprio Henry viria a questionar e hoje Kolo Toure contestou antes de deixar o Emirates).

Reforços chegaram: Lukasz Fabianski, Bakary Sagna e Eduardo da Silva. Nomes que não empolgaram, exceto talvez pelo do artilheiro brasileiro naturalizado croata que, embora soubéssemos de sua qualidade, não poderia se equiparar a Henry.

Contrariando prognósticos desfavoráveis o time empolgou. Wenger renovou o time e as apostas do treinador vingaram. Nomes como Gael Clichy, Mathieu Flamini, Cesc Fabregas, Alexander Hleb, Robin van Persie e Emmanuel Adebayor aguçaram a cobiça do mercado da bola.

Vieram novas baixas. Enquanto Hleb se juntou a Henry no Barcelona, Flamini partiu para o Milan junto com Philippe Senderos. O time também perdeu o experiente Gilberto, transferido para o futebol grego, além de Jens Lehmann, que regressara para sua terra natal.

Novamente um único reforço empolgante, Samir Nasri. Os outros nomes da lista: Aaron Ramsey, Amaury Bischoff e Mikael Silvestre não estavam nos sonhos dos torcedores. Só mesmo a chegada de Andrey Arshavin na janela de Janeiro acrescentaria poder ao time e reascenderia a esperança de dias gloriosos.

Ao final da pior temporada do Arsene Wenger a frente do Arsenal problemas graves ficaram estampados.

Manuel Almunia não tem a mesma presença de outros donos da camisa número um, como David Seaman e Jens Lehmann. O espanhol não está no degrau mais alto dos goleiros da Premier League.

A dupla de defensores centrais formada por Kolo Toure e William Gallas não têm um substituto a altura. Johan Djourou e Mikael Silvestre fizeram a alegria dos avançados adversários.

Cesc Fabregas não tem um parceiro ideal, todos os candidatos ao posto vital para a estrutura do time naufragaram: Denílson mediano demais, Abou Diaby displicente demais e Alexander Song brucutu demais.

Sem poder contar com Tomas Rosicky, em longa estadia no estaleiro, faltou uma opção de qualidade para Wenger compor o setor de articulação do time. Emmanuel Eboue e Theo Walcott naufragaram nesse expediente. O primeiro é um ótimo lateral, não um meia-armador. O segundo precisa melhorar no toque de bola e criar outras jogadas além de cortar para a linha de fundo para tentar um cruzamento.

Também sem Eduardo em recuperação da grave contusão da temporada passada, Robin van Persie e Emmanuel Adebayor não tiveram uma sombra. Nicklas Bendtner apesar de ter melhorado sua produção de gols continuou se atrapalhando com a bola nos pés e destruindo as jogadas inteligentes e velozes do Arsenal. Carlos Vela não teve oportunidades.

Vamos concluindo... Em minha jornada revisionista quero antecipar algumas das agruras que sobrevirão ao time na temporada 2009-2010, fruto da interpretação dessa ciranda de enfraquecimento que vem se seguindo temporada após temporada.

Situação crítica no miolo da zaga. Com a saída de Kolo Toure e a chegada de Thomas Vermaelen o saldo do setor continua o mesmo, ou seja, na ausência de um deles não há substituto que mantenha o nível técnico. Com Johan Djourou, Philippe Senderos e Mikael Silvestre o miolo defensivo pode ficar vulnerável demais.

Arsene Wenger ainda não trouxe o meio-campista central que deveria dar o equilíbrio que a equipe possuía com Mathieu Flamini. Portanto, ele necessita de dois homens de proteção para dar consistência ao setor. Porém, conta apenas com dois jogadores com características para tal função: Denilson e Song. Outras opções, Abou Diaby e Aaron Ramsey, são jogadores de características mais ofensivas.

Na parte criativa do meio-campo vejo um sinal amarelo: Tomas Rosicky pode a qualquer momento voltar a ser desfalque ou não jogar como antes dos 18 meses no estaleiro. Samir Nasri pode demorar a engrenar depois da fratura que sofreu na pré-temporada (ô zica). Cesc Fabregas vai seguir sobrecarregado, agora com a missão de organizar, servir e marcar gols. Quando se ausentar teremos que agüentar os nomes que nos aborreceram na temporada passada por seu rendimento pífio.

No ataque o sinal verde dependerá da escalação de Eduardo como atacante. Com Nicklas Bendtner creio que sucumbiremos. Ainda mais com o dinamarquês como ponteiro direito. Já Robin van Persie será deslocado por Arsene Wenger para realizar uma nova função, algo como um pivô na intermediária ofensiva, organizando e se aproximando do gol (e pode ser sacrificado por lá), deixando o time sem um homem de referência enquanto jogarmos nesse falso 4-3-3.

Já Andrey Arshavin será mantido como meia-atacante pelo lado esquerdo e não pelo centro, onde deseja atuar e mostrou alta capacidade de destruir sistemas de marcação e cobertura.

Os problemas podem ser graves, mas podem ser solucionados com três medidas: a contratação de mais um defensor para melhor o nível das opções para o miolo da defesa, um meio-campista para fortalecer o setor e um atacante de referência para o ataque. É claro que o Arsenal tem dinheiro em caixa para contratar e quem toma decisões por lá é Arsene Wenger, não eu.

Por conta disso poderemos sofrer mais um temporada com o Arsenal em quarto lugar na Premier League e uma eliminação nas quartas-de-final da UEFA Champions League.

Espero honestamente estar equivocado e que Arsene Wenger conduza o elenco a títulos.



Escrito por Johnny às 21h50
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HULL CITY 1X3 ARSENAL

No Sábado o Arsenal venceu o Hull City por 3x1 com gols de Adebayor, Nasri e Bendtner.

Os Gunners abriram o placar no primeiro tempo com Adebayor aos 30 minutos. Os Tigers chegaram ao empate na segunda etapa com Cousin aos 65 minutos.  A vitória dos comandados de Arsene Wenger veio no final da partida, com Nasri aos 83 minutos. O dinamarquês Bendtner que havia marcado aos 84 minutos de partida contra o Bolton, repetiu a dose aos balançar a rede com o mesmo tempo de jogo.

Com a vitória o time de Arsene Wenger permanece na 5ª posição, com 41 pontos, 6 pontos atrás do líder Manchester United, que assim como o vice-líder Liverpool disputou apenas 21 partidas, uma a menos que o trio formado por Chelsea, Aston Villa e Arsenal.

Embora as possibilidades de conquista da Premier League sejam pequenas, a equipe vem somando pontos e se mostrando forte diante de críticas e desfalques. Nasri e Van Persie andam gastando a bola nas últimas rodadas e garantindo a qualidade do time. O francês é um jogador muito leve e rápido, de muita mobilidade, que tem facilidade de armar o jogo, especialmente quando atua pelo centro do meio-campo. Já o holandês dispensa comentários. Basta dizer que Robin é um world class. Um jogador fora de série, que desequilibra qualquer partida quando está bem fisicamente.

A presença de ambos faz aumentar a confiança de equipe, que terá pela frente o Roma pelas oitavas-de-final de UEFA Champions League. Um adversário nada fácil de ser batido.

Assim como eu, muitos torcedores andam imaginando como estaria a equipe a essa altura do campeonato se Fabregas e Walcott não tivessem se lesionado e a dupla Rosicky e Eduardo estivesse 100%. Isso sem falar na possível presença do endiabrado Andrei Arshavin, cada vez mais perto do Emirates Stadium.

Especula-se que o Arsenal tenham feito uma proposta oficial ao Zenit no valor de £15 milhões, depois que a proposta anterior de £10 milhões fora rejeitada pelos dirigentes da equipe russa. Arsene Wenger tem se demonstrado otimista em relação à negociação e o recorde de contratação mais cara do Arsenal, pertencente ao francês Sylvain Wiltord, poderá ser quebrado nessa semana. O agente do jogador teria, segundo jornais ingleses, confirmado o negócio.

No melhor dos mundos Wenger poderia também trazer um meio-campista defensivo para dar o equilíbrio que a equipe tanto precisa e que nem Denilson, nem Diaby e nem Song têm conseguido dar ao time.

Mas, vindo Arshavin, já está bom demais. Go, Gunners!



Escrito por Johnny às 19h53
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O CASO BENDTNER

No Sábado o Arsenal venceu por 1x0 o Bolton, gol marcado por Bendtner aos 84 minutos. O juiz apita o fim do jogo e o gol reacende a discussão sobre o potencial e a qualidade do dinamarquês que completará 21 anos no dia 16 desse mês.

O dono da camisa 26 do Arsenal está longe de ser o atacante dos sonhos da torcida. Pelo contrário, sua participação ao longo das duas últimas temporadas no Emirates Stadium tem sido cercada de críticas e contestações. Raros são (raros mesmo) os que apostariam no jogador entre os 11 titulares.

No Arsenal dede 2004, quando fora contratado junto ao Copenhagen, o jogador que ainda não havia aparecido para a torcida debutou em 2005 na vitória de 3x0 sobre o Sunderland pela Carling Cup. Mas não encontraria espaço no elenco logo em sua primeira temporada, quando teve apenas 3 aparições pelo time.

Durante a temporada 2006-07 foi emprestado ao Birmingham City, atuando em 48 partidas e atingindo a marca de 13 gols, além de servir os companheiros em 9 ocasiões.

Regressou ao Arsenal na temporada 2007-2008, quando fora utilizado em 40 ocasiões pelo técnico Arsene Wenger. Nessa temporada anotou 9 gols e 7 assistências. Essa foi a temporada onde Bendtner começou a mostrar suas credenciais à exigente torcida dos Gunners.

Em seu primeiro toque na bola numa cabeçada poderosa Bendtner decretou a vitória do Arsenal sobre o rival Tottenham. Fora a partir daí que passou a contar com admiração de torcedores e cronistas.

Porém, na mesma temporada perderia crédito ao evitar um gol a favor de seu time contra o Liverpool e se desentender com o parceiro de ataque Emmanuel Adebayor.

A temporada atual será talvez a última para que o grandalhão de 1,91 m convença seus críticos de que tem qualidades para vestir a camisa do Arsenal. Presença certa na seleção da Dinamarca, o atacante é visto por muitos como um jogador grosso, que tropeça na bola, atrapalha o time e marca gols por causa da força, da estatura e da sorte.

Há quem acredite em Nicklas, não aqueles que no passado o comparam a Henry e Ibrahimovic, mas aqueles que enxergam boa dose de técnica e velocidade, além do biótipo favorável para um homem de área.

Eu, embora fique com o primeiro grupo, reconheço que é necessário aguardar o final da temporada antes de sentenciar definitivamente o Sr. Bendtner.



Escrito por Johnny às 20h19
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ARSENAL 3X1 PLYMOUTH

No sábado o Arsenal venceu o Plymouth Argyle por 3x1 no Emirates Stadium, em partida válida pela FA Cup.

O atacante Robin van Persie, que capitaneou a equipe londrina, marcou dois gols (47 e 84 minutos). O segundo gol dos Gunners foi marcado pelo meio-campista David Gray, contra, aos 49 minutos.

Foi o capitão Karl Duguid quem descontou aos 52 minutos para o Plymouth.

Com a vitória, a equipe garantiu vaga na quarta fase da competição.

Mikael Silvestre foi substituído aos 30 minutos depois de sofrer uma contusão. Ele ficará no departamento médico por cerca de 3 semanas.

O Arsenal entrou em campo com Fabianski, Sagna, Gallas, Djourou, Silvestre (Gibbs 30), Eboue (Vela 69), Ramsey, Diaby, Nasri, Van Persie e Bendtner (Wilshere 86).



Escrito por Johnny às 19h30
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ESPECULAÇÕES: GIVEN, ARTETA E ARSHAVIN

No mês de Janeiro a palavra da vez é transferência. Não existe outra mais importante no vocabulário do apaixonado pelo futebol europeu. Portanto, para o momento nada mais apropriado do que ficar atento às especulações.

O Arsenal até agora tratou apenas dos novatos. Depois de emprestar Simpson e Hoyte, e de renovar o empréstimo de Barazite, trouxe de volta o zagueiro Havard Nordveit (18), que estava emprestado ao Salamanca da Espanha, onde disputou 3 partidas (deve ter adquirido uma experiência monstruosa, rs).

O técnico Arsene Wenger se manifestou sobre 3 possíveis nomes, todos bem qualificados e apropriados às necessidades do time. São eles: Shay Given, Mikel Arteta e Andrei Arshavin.
O interesse no goleiro do Newcastle foi negado, assim como o interesse na contratação de um novo arqueiro. É clara a confiança irrestrita que Arsene Wenger deposita no espanhol Manuel Almunia, que vem fazendo boa temporada.

Arsene Wenger declarou que procura um meio-campista criativo e Mikel Arteta, do Everton, possui as prerrogativas para exercer tal função. No entanto, o treinador apenas elogiou o atleta espanhol e disse não ter realizado nenhum contato.

Quanto a Arshavin não houve progesso. Mas fica evidente que o Arsenal vem trabalhando firme para contratar o jogador. O preço vem sendo o principal complicador, já que Wenger tem um compromisso firme de manter a saúde financeira do clube em bom estado, sem cometer loucuras.

Imagino que o orçamento para compras não ultrapasse £30 milhões e é tarefa difícil comprar dois atletas de alto nível por esse valor, ainda mais se considerarmos a necessidade do Arsenal contratar jogadores experientes, admitida pelo chefe.

Sobre Philippe Senderos e Armand Traore nenhuma novidade. Creio que a volta de ambos fortaleceria o elenco, mas não resolveria a situação crítica localizada no meio-campo. Nomes como os de Gökhan Inler, Xabi Alonso, Yaya Toure, Axel Witsel têm surgido no noticiário como possíveis alvos.

Surgiram rumores sobre a possibilidade da saída da dupla de zagueiros centrais do Arsenal, algo muito drástico para os padrões de Wenger (o que torna a especulação pouco confiável). Mas, por conta disso, nomes como Brede Hangeland, Mathew Upson e Alex têm sido especulados.

Alexander Song e Nicklas Bendtner são dispensáveis e deveriam ser negociados ao menor sinal de interesse de qualquer clube.

Por fim, penso que o jovem Jack Wilshere precisa de mais experiência e deveria ser emprestado para algum clube da Premier League.

Vamos ficar atentos. Feliz 2009 para todos!



Escrito por Johnny às 15h27
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MOVIMENTAÇÕES, MAS NADA DE REFORÇOS

Começaram as movimentações no elenco do Arsenal, mas até o momento nada de reforços.

O atacante Jay Simpson, de 20 anos, vai defender o West Bromwich Albion por empréstimo até o fim da temporada 2008-09. O novato, que antes fora emprestado ao Milwall, terá nova chance para adquirir experiência. Simpson vinha se destacando pelo Carling Cup e agora vai atuar por um time na Premier League. Boa sorte, ao striker.

O versátil defensor Gavin Hoyte, de 18 anos, foi emprestado até o fim da temporada para o Watford. O irmão de Justin Hoyte, hoje no Boro, terá boa chance para adquirir experiência.

Gostaria que Nacer Barazite retornasse agora em Janeiro, mas o holandês irá permanecer no Derby County até o fim da temporada. O jovem de 18 anos, que atua como meia-ofensivo e atacante, teve seu empréstimo prolongado, indicando que Arsene Wenger poderá contratar um meio-campista. Barazite é um high potencial que, na minha modesta opinião, deveria estar integrado ao elenco principal no lugar de Jack Wilshere, ainda muito novo para o elenco principal.

Outros jogadores que seguem emprestados: Philippe Senderos (Milan), Abu Ogogo (Barnet), Armand Traore (Portsmouth) e Kerrea Gilbert (Leicester).



Escrito por Johnny às 14h40
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ARSENAL 1X0 PORTSMOUTH

Os Gunners entraram em campo num 4-4-2, com Nicklas Bendtner formando a dupla de ataque com Emmanuel Adebayor. Com isso, o holandês Robin van Persie foi poupado depois de ter atuado nos 90 minutos do empate diante do Aston Villa. O meio-campo foi formado por Emmanuel Eboue, Abou Diaby, Denilson e Samir Nasri. Na zaga um quarteto francês formado por Bacary Sagna, William Gallas, Mikael Silvestre e Gael Clichy acompanhou o onipresente Manuel Almunia. Vale destacar que Silvestre sobe de produção quando escalado como defensor central.

A equipe demonstrou dificuldade para furar o bloqueio defensivo muito bem arquitetado pelo técnico Tony Adams, que deixou apenas o grandalhão Peter Crouch como referência ofensiva. A dupla de defensores centrais do Portsmouth é mesmo de dar inveja: Sol Campbell e Silvin Distin - implacáveis! Eles ainda são protegidos por Papa Bouba Diop, que joga e bate uma barbaridade.

O Arsenal passou a apresentar um maior volume de jogo e também maior qualidade ofensiva a partir do momento em que Nasri foi deslocado para atuar pelo centro do meio-campo, deixando a faixa esquerda ocupada por Bendtner. Foi nessa função que Nasri teve uma atuação brilhante, jogando para o time, armando jogadas e desconsertando a marcação adversária.

A equipe certamente teria outro rendimento se o dono da camisa 8 tivesse iniciado a partida nessa função, deixando o lado esquerdo por conta do mexicano Carlos Vela, que acendeu a partida quando entrou no lugar de Eboue.

No lugar de Arsene Wenger começaria a transferir o prestígio de Bendtner para Vela, ou seja, na ausência de um dos atacantes titulares, escalaria o mexicano na esquerda e deslocaria Nasri para o meio. Isso enquanto Eduardo e Theo Walcott estiverem contabilizados como baixas, e, é claro, enquanto os reforços não chegarem (Vibrem Gooners, Charles N´Zogbia vem aí, mais uma piada de francês para francês.).

Aliás, Bendtner, que fez várias funções em campo durante a partida e acabou por se destacar na marcação, foi ao lado de Eboue o pior em campo.

O gol tardio acabou por sair numa cobrança de falta do discreto Denilson, que encontrou o zagueiro Gallas à frente do atrapalhado David James. O francês desviou para o fundo das redes e foi cercado pelos companheiros na comemoração.

A vitória apertada sobre uma equipe fraca como Pompey revela nítida e claramente como anda o futebol do Arsenal. Mas, seguimos gritando "Go, Gunners!" e sonhando com a temporada de compras do próximo mês.



Escrito por Johnny às 12h44
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ATUANDO COMO GUERREIROS

Acompanhei atentamente os compromissos do Arsenal nesse final de ano e notei que finalmente, atendendo ao pedido do ex-capitão William Gallas, os jovens do time do Arsenal têm atuado como verdadeiros guerreiros.

Contudo, sou capaz de arriscar que tal valentia dos novatos tem brotado no momento em que a qualidade técnica da equipe titular despencou, especialmente pela ausência de meio-campistas suficientemente competentes para organizar a equipe ofensivamente, como Cesc Fabregas e Tomas Rosicky.

Tal valentia é de fato boa, mas não a ponto de tornar o Arsenal uma equipe tão competitiva quanto a tríade formada por Liverpool, Chelsea e Manchester United. Para confirmar a tese, basta olhar para a colocação da equipe na tabela e a longa série de empates quebrada no magro 1x0 sobre o fraco Portsmouth.

Além disso, o futebol bonito apregoado por Arsene Wenger anda fora de cena nas últimas rodadas. Tenho visto um Arsenal nada inspirado, muito burocrático, com muitos passes laterais e ênfase demasiada na bola aérea.

O espírito aguerrido será fundamental no embate contra a Roma pela UEFA Champions League, mas equipe anda devendo um futebol mais convincente. Porém, de nada adianta correr demais, e a equipe estiver correndo errado. A inteligência no futebol ainda faz diferença sobre a parte física.

Estou orgulhoso dos novatos, mas ao mesmo tempo sinto ao ver que o espetáculo oferecido por eles seria outro se tivessem a retaguarda de um elenco mais experiente e desse modo em campo dividissem responsabilidades com jogadores como Henry, Flamini e Hleb.

A mim basta o exemplo de Samir Nasri, que chegou ontem, mal se adaptou a Premier League e tem que liderar a equipe do ponto de vista de organização de jogo.



Escrito por Johnny às 12h38
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ASTON VILLA 2X2 ARSENAL

Na partida de sexta-feira disputada no Villa Park o Arsenal entrou em campo num 4-5-1 com Robin van Persie posicionado mais à frente. O meio-campo foi composto por Emmanuel Eboue pela extrema direita e Samir Nasri na oposta. Os meio-campistas centrais foram Alexander Song, mais na proteção da defesa, Denilson e Abou Diaby, que tinha a missão de se juntar a Van Persie no ataque.

A linha de defesa foi formada por Bacary Sagna, Kolo Toure, William Gallas e Mikael Silvestre, que ocupou a lateral-esquerda, deixando Gael Clichy no banco de reservas. Com isso, Manuel Almunia que esteve em seu perpétuo posto passou a ser o jogador titular mais presente da equipe.

Com essa formação o time foi acuado durante o primeiro tempo pelo modesto, porém organizado, time do Aston Villa. Embora ainda na primeira etapa tivesse chegado ao com Denilson, a equipe de Arsene Wenger se mostrava inferior ao adversário que criava jogadas de perigo.

O brasileiro Denilson passou a fazer uma partida excelente quando, depois da substituição do contundido Song por Aaron Ramsey, encarregou-se mais da marcação, deixando o apoio ao ataque com o galês.

No início do segundo tempo o Arsenal passou a mandar na partida e chegou ao segundo gol num lindo lance do francês Diaby, que contou com a participação de Eboue no troca de passes antes de tocar por cima do arqueiro Brad Friedel.

É indiscutível a habilidade que Diaby possui com a bola nos pés e começo a me convencer de que o dono da camisa 2 possui realmente uma vocação mais ofensiva como jogador. Quanto a Eboue, estou mais do que convencido de que o lugar dele é na suplência de Sagna.

Como o 2x0 no placar o Arsenal seguia comandando as ações, tramando boas jogadas. Numa delas Van Persie acertou a trave de Friedel numa finalização com a perna esquerda. Vale um destaque para o empenho do holandês que executou uma função que normalmente não é a sua em campo.

Tudo ia bem até que William Gallas cometeu pênalti sobre o veloz e perigoso Gabriel Agbonlahor. Penso que Gallas, que teve boa atuação na partida, se precipitou ao derrubar o adversário dentro da grande área. Poderia tê-lo cercado ao invés de partir logo para o carrinho.

Um rápido parêntese: quando vi o atacante adversário sendo perseguido pela defesa, lembrei-me do gol de empate do Liverpool, onde a defesa foi batida numa despretensiosa bola longa. Sinal de alerta para o setor defensivo.

Na cobrança perfeitamente executada pelo capitão Gareth Barry o Aston Villa diminui a diferença.

A torcida da casa foi à loucura com o gol e a equipe correspondia no gramado, buscando o empate. Já os Gunners deixaram de levar perigo e se dedicaram a marcar os donos da casa.

O empate veio após o encerramento do tempo regulamentar num lançamento para área, no qual a rebatida da bola sobrou para o zagueiro Zat Knight, que sem marcação dominou a bola e com precisão de um centro-avante a colocou no fundo das redes de Manuel Almunia.

A justiça estava feita, o Aston Villa foi recompensado pelo primeiro tempo brilhante e pela determinação em reverter o placar contrário. Já o Arsenal foi punido por não ter fechado a tampa do caixão e ter se defendido mal quando tinha o placar e a situação da partida totalmente a seu favor.

Só para registro: Barry, Young (o Ashley) e Agbonlahor são três excelentes jogadores ingleses que se encaixariam muito bem no Arsenal.



Escrito por Johnny às 12h34
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ESPECULAÇÕES: FINNAN, TEVEZ E ARSHAVIN

Li sobre um suposto interesse em Finnan, ex-Liverpool. Não me empolguei. Acho o jogador do Espanyol um defensor mediano. Honestamente prefiro o Eboue como lateral-direito no lugar do irlandês.

Para defesa Wenger deveria trazer Senderos e Traore de volta. Além disso, despachar Gallas para outro clube, afastando um atleta excelente, mas claramente desgastado (como tristemente ocorreu com Ljungberg, Lehmman e Gilberto). Em seguida deveria trazer um novo xerife. O encostado Metzelder é meu preferido. Depois dele, Mexes, Mertesacker e Yobbo seriam meus alvos.

Li também sobre Tevez e Arshavin. Embora aprecie o futebol dos dois atacantes, considero pequena a possibilidade de um deles se transferir para o Emirates Stadium. Enquanto o primeiro é jogador do Manchester United, o segundo anda um pouco caro para os padrões de Arsene Wenger, está muito mais para o padrão de investimento do Chelsea.

Para o ataque Wenger deveria enfiar a mão no bolso e ajudar salvar o Valencia afundado em crise financeira, tirando um dos bons atletas do elenco espanhol. David Villa e David Silva são jogadores excepcionais e se encaixariam muito bem no estilo de jogo do Arsenal.

Por hora chega de especulações.



Escrito por Johnny às 00h16
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SEM CESC O CALDO ENTORNOU

Pois é, meus caros, as coisas não andam nada boas para os Gunners.

Como torcedores isso nos incomoda e entristece. Afinal, queremos ver o nosso amado clube "nas cabeças", como se costuma dizer no Brasil.

Agora o pior aconteceu, por conta de uma lesão no joelho ficaremos sem o nosso pequeno maestro por quatro meses. É sempre horrível não contar com um jogador da qualidade de Fabregas, ainda mais agora que a equipe está numa posição pouco confortável na tabela de classificação da Premier League e a confrontos diretos da UEFA Champions League estão por começar.

Arsene Wenger declarou não estar desesperado com a ausência do jogador, mas no íntimo deve estar. Eu, caso fosse o treinador, estaria arrancando meus cabelos, mas como ele não assumiria o pânico publicamente.

Além disso, também como ele, continuaria bancando os atletas que tem à disposição. Por mais que estes sejam questionáveis tecnicamente. Afinal de contas, foi ele quem recrutou os jovens homens e não se cospe no prato onde se come.

Ao contrário do chefe, não vejo soluções internas para suprir a falta de Fabregas. Apenas o recém-contrado Ramsey parece apto para executar uma função de meio-campista de articulação ofensiva. Mas, considero nada apropriada uma medida como esta que ofereceria risco à carreira do atleta, que pode sair queimado dessa fornalha ardente. Exatamente como vem acontecendo com Denilson, Diaby, Eboue e Song, cada dia mais com menos confiança por parte da crônica e dos torcedores.

Só enxergo saída externas: Barry, De Rossi e Veloso seriam meus alvos prioritários. Até o barato Tiago, encostado na Juventus e que conhece os gramados da terra da rainha, teria espaço no elenco atual.

Bom, é hora de encerrar o post, antes que pareça que estou brincando Football Manager.

Feliz Natal a todos.

Go, Gunners.



Escrito por Johnny às 23h45
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AZAR II

Meu amigo Vinicius Azevedo, da Dial Square, está coberto de razão. Dá para sentir pena de Robin van Persie, que quando consegue manter boa forma física e está voando em campo, carece de melhor companhia para ajudar o Arsenal.

Azar? Sim, azar. Muito azar.



Escrito por Johnny às 23h16
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AZAR I

É bem possível que o Arsenal tenha um dos elencos mais jovens da Europa e ainda assim seja uma equipe que sofre demais com a ausência de atletas por causa de contusões. Para constatar isso não é necessário retroceder tanto na história do time, basta que nos atenhamos aos casos de Eduardo e Rosicky, já veteranos no lotado departamento médico do clube, bastante questionado, aparentemente com bons motivos para tal suspeita.

Arriscaria dizer que nem o elenco do Milan, recheado de trintões, sofre tanto com atletas contundidos.

Azar? Não sei.



Escrito por Johnny às 23h03
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A TEMPORADA ATÉ AQUI

Assim como Arsene Wenger, esperávamos que alguns jovens jogadores tivessem finalmente atingido a maturidade ideal para a acirrada disputada da Premier League, especialmente os meio-campista centrais Denilson, Diaby e Song e o atacante Bendtner.

Possivelmente foi tal crença que levou o chefe a não investir na contratação de um substituto para o francês Mathieu Flamini, que antes de se transferir para o Milan dava estabilidade ao nosso meio-campo, e de um atacante que suprisse as eventuais ausências do frágil Van Persie e de Adebayor.

Mas, até o momento, o futebol dos três primeiros não parece estar à altura de um meio-campista titular do Arsenal, do nível de Vieira, Petit, Gilberto, Edu e o próprio Flamini.

Hoje estamos com um buraco enorme no centro do meio-campo e desenvolvemos uma dependência enorme do futebol do jovem astro espanhol Cesc Fabregas. Mas, é preciso reconhecer o gigantismo de tal responsabilidade. Afinal, nenhuma das equipes do Top Four depende de um único jogador, mesmo os Reds tão dependentes de Gerard, contam com a retaguarda de Mascherano e Alonso, além do auxílio de Rieira, Kuyt e Babel.

Isso, sem falar dos meio-campistas à disposição dos treinadores de Chelsea e Liverpool.

Um parêntese rápido sobre a parte externa do meio-campo: com Walcott e Rosicky no estaleiro, restam Nasri e Eboue. O primeiro, embora faça mais gols do que Hleb, não chega a criar tanto quanto o nosso ex-camisa 13. O segundo é, indiscutivelmente, o maior pesadelo da torcida. Considero horrível o que AW fez com ele ou deixar de escalá-lo como full back. Noutro clube o marfinense seria titular indiscutível da lateral e xodó da torcida.

Fica evidente o péssimo planejamento na composição do meio-campo titular e dos reservas. Assim como fica evidente a necessidade urgente de reforçar o setor o restante da temporada na janela de transferência do mês de Janeiro.

Já no ataque encontra-se o nosso maior problema, medindo quase dois metros de altura e usando chuteiras cor-de-rosa, ele mesmo, Bendtner. O dinamarquês cheio de moral com o chefe vem decepcionando, está muito longe da condição ideal para se sentar no banco do Arsenal. Outro atacante deveria ter sido contratado para "sombrear" o ataque titular enquanto a plena recuperação de Eduardo seja demonstrada.

Até o mexicano Vela me parece mais agudo que o grandalhão da camisa 26.

Além do problema de profundidade do elenco, há os problemas de relacionamento no elenco, envolvendo especialmente o ex-capitão Gallas.

Tudo isso tem atrapalhado muito a equipe. Basta olhar para a tabela da competição.

A campanha é de fato ruim: quinta posição, 31 pontos em 18 partidas disputadas, 8 pontos atrás do líder Liverpool. O Chelsea, com 17 partidas disputada, pode chegar aos 40 pontos e abrir 9 de vantagem.

Mesmo o Manchester United, que disputou duas partidas a menos do que os Gunners, tem mais pontos somados, 32 (pode chegar a 38 pontos). Por fim, o organizado Aston Villa tem 34 pontos em 18 partidas disputadas e ocupa a terceira colocação.

Pois é, caros amigos, a atual temporada do Arsenal não vem sendo como havíamos sonhado. Resta-nos a missão de acompanhar o Arsenal em toda e qualquer situação e seguir acreditando em Wenger e seus comandados. Até porque a etapa de confrontos diretos da UEFA Champions League começará e teremos pela frente a respeitáveç equipe de Roma, que no passado recente deu lições no United e no Chelsea.

Comemoremos a volta de Dudú aos gramados e a possível enfiada de mão no bolso que o chefe fará em breve.

Go, Gunners.



Escrito por Johnny às 18h07
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UMA REAPARIÇÃO

Estava ausente desde o dia 01/09, quando comentei o passeio dos Gunners sobre o Newcastle e, embora não esteja fazendo meu retorno definitivo ao ritmo de antes, quando costumava postar toda semana, encontrei uma fraca de tempo para comentar a forma do time nas últimas semanas.

Desde essa data foram 9 vitórias obtidas em 15 partidas disputadas, além de 4 empates e 2 derrotas. Um aproveitamento de 31 dos 45 pontos disputados no período. Praticamente 70%. Nada mal, se as duas derrotas não tivessem sido contra equipes teoricamente tidas como fracas, como o Hull City (por 2x1) e o Stoke City (também por 2x1), duas equipes recém promovidas à primeira divisão.

Além disso, os empates diante de Sunderland e Tottenham (que na ocasião ocupava a última posição da tabela), não podem ser considerados resultados agradáveis para a exigente torcida do Arsenal, que costuma assistir ao time de Arsene Wenger dar cabo de adversários muito mais fortes e historicamente mais consistentes como Blackburn (4x0), Everton (3x1) e West Ham (2x0).

Cresce o espanto do torcedor quando os resultados negativos obtidos diante de equipes mais fracas são comparados à campanha da equipe na UEFA Champions League, torneio no qual o time aplicou a sonoras goleadas sobre Porto (4x0) e Fenerbahce (5x2).

O espanto é ainda maior se observado o desempenho da equipe na Carling Cup, onde os young guns andam passeando sobre adversários consideráveis, como o Sheffield United, que ocupa a quarta posição na Coca-Cola Championship e conta com alguns macacos velhos, como Gary Speed e James Beattie; e o próprio Wigan, participante da elite do futebol inglês.

O espanto do torcedor atinge o ápice quando se depara com a vitória sobre o Manchester United por 2x1, numa partida emocionante e crucial para o futuro do time, quando a estrela de Samir Nasri brilhou.

De fato, é preciso olhar em detalhes os resultados colhidos pelo Arsenal para melhor avaliar o desempenho da equipe na temporada e projetar até onde a equipe será capaz de chegar.

Sendo assim, é necessário citar que nas derrotas ridículas o Arsenal tem muita culpa no cartório, especialmente Arsene Wenger, que andou inventando novas modas táticas para os Gunners por meio de um falso 4-3-3. Mas, não podemos ignorar erros de arbitragem e gols espíritas marcados pelos adversários.

Lembro-me da partida contra o Sunderland, na qual logo após o gol de Robin van Persie ter sido anulado equivocadamente (a bola não havia cruzada a linha de fundo antes que Theo Walcott fizesse a assistência), o time assistiu Leadbitter acertar um disparo indefensável. Fabregas nos salvaria no minuto final da partida, empatando ao marcar um gol de cabeça após cobrança de escanteio.

A equipe está a 6 pontos dos líderes Liverpool e Chelsea e depois de ter enfrentando as equipes mais fracas (como WBA, Hull e Stoke) terá pela frente algumas duras batalhas: Aston Villa (amanhã), Chelsea (30/11) e Liverpool (21/12). Sem desprezar o Manchester City, contra quem os Gunners entrarão em campo no dia 22. É que o time do badalado Robinho tem se demonstrado bastante irregular até o momento, apesar da qualidade que possui.

Boa hora para os Gunners provarem seu valor, vencendo e acumulando pontos.

Por fim, registro meu ânimo pelo que o mexicano Carlos Vela vem mostrando (artilheiro e garçom) e pela proximidade do retorno de Eduardo da Silva (creio que ocorrerá na segunda metade de Dezembro). Também registro minha tristeza pela situação difícil que o meia-atacante Tomas Rosicky vem enfrentando por causa de sua lesão no joelho.

Go, Gunners!



Escrito por Johnny às 16h04
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