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ESPECULAÇÕES: FINNAN, TEVEZ E ARSHAVIN

Li sobre um suposto interesse em Finnan, ex-Liverpool. Não me empolguei. Acho o jogador do Espanyol um defensor mediano. Honestamente prefiro o Eboue como lateral-direito no lugar do irlandês.

Para defesa Wenger deveria trazer Senderos e Traore de volta. Além disso, despachar Gallas para outro clube, afastando um atleta excelente, mas claramente desgastado (como tristemente ocorreu com Ljungberg, Lehmman e Gilberto). Em seguida deveria trazer um novo xerife. O encostado Metzelder é meu preferido. Depois dele, Mexes, Mertesacker e Yobbo seriam meus alvos.

Li também sobre Tevez e Arshavin. Embora aprecie o futebol dos dois atacantes, considero pequena a possibilidade de um deles se transferir para o Emirates Stadium. Enquanto o primeiro é jogador do Manchester United, o segundo anda um pouco caro para os padrões de Arsene Wenger, está muito mais para o padrão de investimento do Chelsea.

Para o ataque Wenger deveria enfiar a mão no bolso e ajudar salvar o Valencia afundado em crise financeira, tirando um dos bons atletas do elenco espanhol. David Villa e David Silva são jogadores excepcionais e se encaixariam muito bem no estilo de jogo do Arsenal.

Por hora chega de especulações.



Escrito por Johnny às 00h16
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SEM CESC O CALDO ENTORNOU

Pois é, meus caros, as coisas não andam nada boas para os Gunners.

Como torcedores isso nos incomoda e entristece. Afinal, queremos ver o nosso amado clube "nas cabeças", como se costuma dizer no Brasil.

Agora o pior aconteceu, por conta de uma lesão no joelho ficaremos sem o nosso pequeno maestro por quatro meses. É sempre horrível não contar com um jogador da qualidade de Fabregas, ainda mais agora que a equipe está numa posição pouco confortável na tabela de classificação da Premier League e a confrontos diretos da UEFA Champions League estão por começar.

Arsene Wenger declarou não estar desesperado com a ausência do jogador, mas no íntimo deve estar. Eu, caso fosse o treinador, estaria arrancando meus cabelos, mas como ele não assumiria o pânico publicamente.

Além disso, também como ele, continuaria bancando os atletas que tem à disposição. Por mais que estes sejam questionáveis tecnicamente. Afinal de contas, foi ele quem recrutou os jovens homens e não se cospe no prato onde se come.

Ao contrário do chefe, não vejo soluções internas para suprir a falta de Fabregas. Apenas o recém-contrado Ramsey parece apto para executar uma função de meio-campista de articulação ofensiva. Mas, considero nada apropriada uma medida como esta que ofereceria risco à carreira do atleta, que pode sair queimado dessa fornalha ardente. Exatamente como vem acontecendo com Denilson, Diaby, Eboue e Song, cada dia mais com menos confiança por parte da crônica e dos torcedores.

Só enxergo saída externas: Barry, De Rossi e Veloso seriam meus alvos prioritários. Até o barato Tiago, encostado na Juventus e que conhece os gramados da terra da rainha, teria espaço no elenco atual.

Bom, é hora de encerrar o post, antes que pareça que estou brincando Football Manager.

Feliz Natal a todos.

Go, Gunners.



Escrito por Johnny às 23h45
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AZAR II

Meu amigo Vinicius Azevedo, da Dial Square, está coberto de razão. Dá para sentir pena de Robin van Persie, que quando consegue manter boa forma física e está voando em campo, carece de melhor companhia para ajudar o Arsenal.

Azar? Sim, azar. Muito azar.



Escrito por Johnny às 23h16
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AZAR I

É bem possível que o Arsenal tenha um dos elencos mais jovens da Europa e ainda assim seja uma equipe que sofre demais com a ausência de atletas por causa de contusões. Para constatar isso não é necessário retroceder tanto na história do time, basta que nos atenhamos aos casos de Eduardo e Rosicky, já veteranos no lotado departamento médico do clube, bastante questionado, aparentemente com bons motivos para tal suspeita.

Arriscaria dizer que nem o elenco do Milan, recheado de trintões, sofre tanto com atletas contundidos.

Azar? Não sei.



Escrito por Johnny às 23h03
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A TEMPORADA ATÉ AQUI

Assim como Arsene Wenger, esperávamos que alguns jovens jogadores tivessem finalmente atingido a maturidade ideal para a acirrada disputada da Premier League, especialmente os meio-campista centrais Denilson, Diaby e Song e o atacante Bendtner.

Possivelmente foi tal crença que levou o chefe a não investir na contratação de um substituto para o francês Mathieu Flamini, que antes de se transferir para o Milan dava estabilidade ao nosso meio-campo, e de um atacante que suprisse as eventuais ausências do frágil Van Persie e de Adebayor.

Mas, até o momento, o futebol dos três primeiros não parece estar à altura de um meio-campista titular do Arsenal, do nível de Vieira, Petit, Gilberto, Edu e o próprio Flamini.

Hoje estamos com um buraco enorme no centro do meio-campo e desenvolvemos uma dependência enorme do futebol do jovem astro espanhol Cesc Fabregas. Mas, é preciso reconhecer o gigantismo de tal responsabilidade. Afinal, nenhuma das equipes do Top Four depende de um único jogador, mesmo os Reds tão dependentes de Gerard, contam com a retaguarda de Mascherano e Alonso, além do auxílio de Rieira, Kuyt e Babel.

Isso, sem falar dos meio-campistas à disposição dos treinadores de Chelsea e Liverpool.

Um parêntese rápido sobre a parte externa do meio-campo: com Walcott e Rosicky no estaleiro, restam Nasri e Eboue. O primeiro, embora faça mais gols do que Hleb, não chega a criar tanto quanto o nosso ex-camisa 13. O segundo é, indiscutivelmente, o maior pesadelo da torcida. Considero horrível o que AW fez com ele ou deixar de escalá-lo como full back. Noutro clube o marfinense seria titular indiscutível da lateral e xodó da torcida.

Fica evidente o péssimo planejamento na composição do meio-campo titular e dos reservas. Assim como fica evidente a necessidade urgente de reforçar o setor o restante da temporada na janela de transferência do mês de Janeiro.

Já no ataque encontra-se o nosso maior problema, medindo quase dois metros de altura e usando chuteiras cor-de-rosa, ele mesmo, Bendtner. O dinamarquês cheio de moral com o chefe vem decepcionando, está muito longe da condição ideal para se sentar no banco do Arsenal. Outro atacante deveria ter sido contratado para "sombrear" o ataque titular enquanto a plena recuperação de Eduardo seja demonstrada.

Até o mexicano Vela me parece mais agudo que o grandalhão da camisa 26.

Além do problema de profundidade do elenco, há os problemas de relacionamento no elenco, envolvendo especialmente o ex-capitão Gallas.

Tudo isso tem atrapalhado muito a equipe. Basta olhar para a tabela da competição.

A campanha é de fato ruim: quinta posição, 31 pontos em 18 partidas disputadas, 8 pontos atrás do líder Liverpool. O Chelsea, com 17 partidas disputada, pode chegar aos 40 pontos e abrir 9 de vantagem.

Mesmo o Manchester United, que disputou duas partidas a menos do que os Gunners, tem mais pontos somados, 32 (pode chegar a 38 pontos). Por fim, o organizado Aston Villa tem 34 pontos em 18 partidas disputadas e ocupa a terceira colocação.

Pois é, caros amigos, a atual temporada do Arsenal não vem sendo como havíamos sonhado. Resta-nos a missão de acompanhar o Arsenal em toda e qualquer situação e seguir acreditando em Wenger e seus comandados. Até porque a etapa de confrontos diretos da UEFA Champions League começará e teremos pela frente a respeitáveç equipe de Roma, que no passado recente deu lições no United e no Chelsea.

Comemoremos a volta de Dudú aos gramados e a possível enfiada de mão no bolso que o chefe fará em breve.

Go, Gunners.



Escrito por Johnny às 18h07
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